sábado, 4 de abril de 2009
Jovis city
Sinto preso em Joviania, nao pela cidade, mas pela mentalidade alheia. Me sinto com vontade de gritar algumas coisas, mas to lutando pra manter minha identidade aqui. Adoro a cidade, sim, mas sinceramente, detesto a atitude de algumas pessoas. Sabe aquele espirito pequeno mesmo, aquela visao pifia de tudo. Eu qeria frequentar outra igreja, qeria saber como e ser livre aqui mesmo, nao qeria ter que ir a lugar algum para saber o que e ser espirita, evangelico ou ate mesmo coisa alguma. Queria poder encontrar alguem qe me valorizasse enquanto vida pessoal, sem ter que sair daqi, mas vejo que isso e impossivel. Nao qe as coisas impossiveis nao possam acontecer, mas porque simplesmente aqi em Jovis City, eu me sinta prisioneiro. Mas incrivel, eu fiz uma viagem esses dias, para um curso, sobre inclusao na escola, sobre aceitar diferenças, acho qe a metade ou mais da populaçao de joviania deveriam fazer esse curso. Alias isso nao me exclui, eu adorei o curso por um lado: me ensinou a me amar mais, e a me aceitar mais e por incrivel que pareça, tive um contato maior com Jesus Cristo, sem nenhuma denominaçao religiosa me guiando. Sou mesmo uma contradiçao, uma hora quero uma religiao e outra quero apenas ficar com Jesus. Sim, um amor imenso brota no meu coraçao, eu qero so Jesus, e como se Ele fosse meu amigao ha milenios, e simplesmente dissesse a mim: "Marcelo, vc nao precisa de igreja nenhuma ou nenhuma filosofia que nao queira, vc simplesmente precisa de mim". Isso parece uma aberraçao pra mim, catolico em formaçao, e isso parece um conflito espiritual, mas na verdade para mim isso soa mais como alguem que sente saudade de uma liberdade incondicional que so Jesus pode me dar. E eu ainda posso continuar a gostar de Madonna, Britney Spears, Pink, Alanis, ehheheh, entre outros. Pareço ingenuo, talvez eu seja, mas hoje, em Joviania, por mais que eu me sinta intimidado pelas concepçoes das varias cabeças pequenas, eu sinto mais livre. Mais incluso a mim mesmo. Pelo simples fato que eu aos 29 anos, me sinto mais amado por mim mesmo e me permito ser o jovem que sempre quis ser.
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